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Resenha: Cicero vs Moleskine

Olá, mundo! Faz uma era que eu não posto aqui. Gosto muito desse blog, apesar de não atualizá-lo com frequência. Vou tentar mantê-lo minimamente atualizado. Escrevi o post abaixo em agosto do ano passado, mas acabei não postando. Shame on me!
Segue o texto original:

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Sempre tive uma história de amor profunda e melodramática com artigos de papelaria. Passava horas babando nas centenas de cadernos, adesivos e estojos da loja. Quando comprava o material escolar, até ficava mais animada para as aulas começarem. Mas até aí não há nada de novo. Quem nunca passou por isso, não é mesmo?

A coisa começou a ficar séria quando me formei no ensino médio e, aparentemente, não iria mais me deleitar com os milhares de cadernos decorados. Nesse período, me tornei frequentadora assídua da Livraria Cultura para suprir a suposta depressão. Não demorou muito para eu notar os lindos caderninhos com elástico na frente, e então, descobrir que o meu gosto por cadernos enormes em espiral e desenhos escandalosos era terrível. Eu estava de frente com um novo conceito em papelaria.

Cheguei em casa e, após uma pesquisada, me apaixonei pelo Moleskine. Seu conceito, sua história e todo o mistério envolvendo a capinha preta eram fascinantes, porém custam um preço altíssimo. A minha primeira caderneta nesse estilo, então, foi de uma marca brasileira chamada OD design. A linha deles é muito charmosa e se inspira na marca italiana a um preço mais acessível. Creio que o meu caderno, de fitas cassetes, tenha saído de linha. Uma pena, porque ele é lindo.

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Foto: OD, Cicero e Moleskine
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Resenha: Rosa Silvestre, Hibisco e Amora (Leão Fuze)

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Com a minha caneca de Azumanga Daioh que o Cris me deu! x3

Antes de mais nada, gostaria de deixar uma pequena introdução ao assunto de chás que descobri recentemente.

A palavra chá propriamente dita trata-se do nome popular da planta Camellia sinensis que, ao ser colocada em infusão, gera os conhecidos Chá preto, chá branco, chá verde e chá oolong.

Mas e o chá de hortelã? E o chá de camomila? Continuar lendo Resenha: Rosa Silvestre, Hibisco e Amora (Leão Fuze)

Resenha: Prince of Wales (Twinings)

Após passar pela agradável experiência do Lady Grey, da mesma marca, mal pude conter minha ansiedade em provar o Prince of Wales. Pois bem, cá estou com minhas impressões sobre este clássico.

O aroma denuncia a já conhecida qualidade Twinings desde o início. No entanto, pela cor, parece ser um chá bastante encorpado, apesar da gradação leve escrita na caixa. Ao provar, nota-se que ele é realmente suave, e parece estar longe de ser o chá preto que vai tirar seu sono.

De acordo com a caixa, ele possui leves notas de castanhas, mas não pude identificá-las de jeito nenhum. Fiz o teste provando o chá de três formas: puro, com 10 gotas de adoçante e, mais tarde, com leite.

O leite realmente acrescenta uma cremosidade interessante ao chá, lembrando um pouco o já conhecido café-com-leite, mas acho que muito do sabor dele se perde. Talvez ficasse mais saboroso com uma gradação mais forte, em que o sabor do chá marcasse mais.

Mesmo não sendo o meu favorito, o simples chá preto é um clássico e deve ser experimentado por todo amante de chá, visto que é o mais versátil dos sabores.

Nota: ★★★☆☆

Um amor chamado chá + Resenha: Lady Grey (Twinings)

Como muitos devem saber, chá é a minha bebida favorita. Quente, gelado, de manhã, à tarde, à noite… Acompanha toda e qualquer ocasião da minha vida. Minha paixão é tanta que devo ser a única pessoa que anda com um estojinho de chás com as minhas teabags favoritas. Para tomar no trabalho, na casa da minha avó, ou qualquer lugar onde eu possa ferver água e usar uma caneca.

Chás

Eis que minha mãe surgiu com essas três caixinhas aqui. Tem como não amar? Continuar lendo Um amor chamado chá + Resenha: Lady Grey (Twinings)